sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

CIENTISTAS TEÓLOGOS QUE REVOLUCIONARAM A CIÊNCIA

CIENTISTAS TEÓLOGOS
QUE REVOLUCIONARAM A CIÊNCIA

 A própria história comprova que a igreja cristã não impediu o progresso cientifico, na verdade impulsionou o avanço da ciência moderna e contribuiu como nenhuma outra instituição para o desenvolvimento da ciência se tornando a maior patrona e a melhor protetora do conhecimento cientifico.
Embora haja alguns casos isolados, onde os fatos infelizmente foram bastante deturpados – a exemplo de Galileu. Contudo, diversos historiadores conceituados reconhecem atualmente que igreja cristã nunca foi uma opositora, mas sim a maior apoiadora da ciência.
O livro “Cientistas de Batina” apresenta a grande contribuição de célebres teólogos cristãos para o desenvolvimento do método cientifico e todo o avanço da ciência moderna.
Apresentaremos a seguir, uma breve relação de apenas alguns entre tantos teólogos cristãos que também foram cientistas, alguns desses doutores da ciência e mestres da teologia, também exerceram o sacerdócio de ordem católica e protestante.
Vejamos um pouco do legado desses grandes homens:

Roger Bacon – (1214 – 1294)

O inglês é considerado como o pai do método científico. Ele foi filósofo, cientista, doutor em teologia e um influente padre Franciscano padre e serviu a escola de Oxford como um grande mestre. Dedicou tanto a ciência que recebeu o título de “Doctor Mirrabilis” – Doutor admirável.
Jean Buridan – (1300 – 1358)
O francês é considerado como o pai da teoria do ímpeto. Responsável por desenvolver a teoria do impulso o que se tornou uma grande descoberta para o conceito moderno da lei da inercia. Ele foi um padre católico e um dos filósofos mais influentes do final da Idade Média.

Nicolau Copérnico – (1473 – 1543)

Nicolau Copérnico. (Foto: Wikimedia Commons)
O polonês é considerado como o um dos pais da astronomia moderna. Responsável por publicar a teoria do heliocentrismo. Ele foi um cientista astrônomo, médico, matemático e teólogo cristão.

Johannes Kepler – (1571 – 1630)

O alemão é considerado um dos mais importantes astrônomos de todos os tempos. As três leis de Kepler sobre o movimento planetário são válidas e estudadas ainda hoje. Ele foi um brilhante matemático e um exímio acadêmico de teologia.

Marin Mersenne – (1588 – 1648)

O francês é considerado o pai da acústica. O asteróide “8191 Mersenne”, recebeu esse nome em sua homenagem. Ele foi um brilhante matemático, músico, teólogo e padre franciscano.

Jan Amos Comenius – (1592 – 1670)

O checo é considerado o pai da didática moderna: Considerado um dos maiores educadores da história, responsável direto pela: “didática magna” e inventor da ciência pedagógica. Ele foi um cientista, pedagogo, teólogo protestante e bispo da igreja.

Robert Boyle – (1627 – 1691)

O irlandês é considerado como o pai da química moderna. Respeitado como o mais brilhante químico, autor da lei de Boyle. Ele foi um filosofo naturalista, físico, cientista e teólogo protestante que estudava a bíblia nas línguas originais e patrocinou a tradução das escrituras para diversos povos.

Francis Bacon – (1561 – 1626)

O inglês é considerado como o pai do método experimental. Respeitado com um dos fundadores do método indutivo de investigação científica. Ele foi um filósofo, estadista, jurista, teólogo, cientista medieval e um frade Franciscano.

Nicolau Steno – (1638 – 1686)

O dinamarquês é considerado o pai da estratigrafia. Responsável por estabelecer os princípios básicos da geologia. Ele foi um médico, geólogo, teólogo e bispo católico.
Isaac Newton – (1643 – 1727)
Isaac Newton. (Foto: Getty Images/Hulton Fine Art Collection/Imagno)
O inglês é considerado como o pai da ciência moderna. Respeitado por muitos como “o maior cientista de todos os tempos”. Ele foi um filósofo, físico, matemático, astrônomo e teólogo protestante.

John Flamsteed – (1646 – 1719)

O inglês é considerado o primeiro astrônomo real da Inglaterra. Foi um filósofo, astrônomo e teólogo

Stephen Hales – (1677 – 1761)

O inglês é considerado o pai da fisiologia vegetal. Foi um notável Inventor, fisiologista, químico, teólogo e pastor protestante.

Thomas Bayes – (1701 – 1761)

O inglês é responsável por desenvolver o teorema de Bayes. Ele foi um ilustre matemático, filósofo, teólogo e pastor presbiteriano.

Carolus Linnaeus – (1707 – 1778)

O sueco é considerado o pai da taxonomia moderna. Responsável por criar a nomenclatura binomial e a classificação científica. Ele foi um ilustre botânico, zoólogo, médico e um teólogo natural.

Robert Boscovich – (1711 – 1787)

Robert Boscovich. (Foto: Reprodução / Facebook)
O croata é considerado como o pai da teoria atômica moderna. Ele foi um físico, astrônomo, matemático, filósofo, teólogo e padre jesuíta.

John Michel – (1724 – 1793)

O inglês é considerado o pai da sismologia. O primeiro homem a comentar sobre a existência de buracos negros, e isso há 200 anos antes de serem descobertos. Ele foi um geólogo, astrônomo, teólogo e pastor anglicano.

William Paley – (1743 – 1805)

O inglês é considerado um dos maiores professores da universidade de Cambridge. Ele foi reitor acadêmico, filósofo, teólogo e um dos maiores apologista da fé cristã.

William Kirby – (1759 – 1850)

O inglês é considerado o pai da entomologia. Responsável por ser membro fundador da influente Linnean Society of London. Ele foi um cientista, teólogo naturalista e pastor protestante.

Charles Bells – (1774-1842)

O escocês é considerado como o pai da farmacologia experimental. Ele foi um cientista, anatomista, cirurgião, fisiólogo e teólogo natural.

Charles Babbage – (1792 – 1971)

O inglês é considerado como o pai do computador. Ele foi um cientista, matemático, engenheiro mecânico, teólogo natural e um apologista cristão.

William Whewell – (1794 – 1866)

O inglês é considerado como o pai do termo cientista. Responsável por ter criado o termo: “cientista”, o que outrora era conhecido somente pela expressão: “filósofos naturais”. Ele foi um filósofo, cientista, teólogo, polímata e pastor anglicano.

Louis Agassiz – (1807 – 1873)

O suíço é considerado como o pai da ciência glacial. Ele foi um zoólogo, geólogo e teólogo cristão.

Gregor Mendel – (1822 – 1884)

O austríaco é considerado o pai da genética. Respeitado como o maior “padre cientista” da história. Ele foi um cientista, biólogo, botânico, teólogo e monge agostiniano.

John Charlton Polkinghorne – (1930 – )

O inglês é atualmente um dos maiores representantes da relação entre ciência e religião. Ele é um físico, teólogo e sacerdote anglicano.
Enfim, a relação dos teólogos cristãos que também foram cientistas é imensa, sobretudo a contribuição desses grandes homens para o desenvolvimento de toda a civilização, é algo surpreendente que se encontra presente em todas as áreas da sociedade e ramos da ciência.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Linhas de Interpretação Escatológicas

Linhas de Interpretação  Escatológicas 



Pré-Tribulacionismo, Pós-Tribulacionismo e Meso-Tribulacionismo

Pré-Tribulacionismo, Pós-Tribulacionismoa e Meso-Tribulacionismo são as diferentes posições acerca do Arrebatamento da Igreja, e dividem opiniões entre os cristãos, como praticamente todos os assuntos dentro da Escatologia Bíblica.

Neste texto, veremos resumidamente cada uma destas visões, porém o mais importante nessa discussão é que Cristo voltará, e sobre isto, as três interpretações concordam, embora discordem da cronologia do evento. Saiba também quais são as diferentes correntes escatológicas.

Pré-Tribulacionismo
Essa visão defende que a volta de Cristo se divide em duas etapas: secretamente para buscar a Igreja, e em glória, sendo visível a todos após o período de grande tribulação. É por conta desse arrebatamento secreto que essa posição é chamada de Pré-Tribulacionismo.

O Pré-Tribulacionismo está diretamente ligado ao Dispensacionalismo Clássico, e ao método futurista e literal de interpretação do Apocalipse, embora nem todos que adotam o método futurista são Dispensacionalistas Clássicos. Existem muitos futuristas que são Pré-Milenistas Pós-Tribulacionistas. Conheça os métodos de interpretação do Apocalipse.

No Pré-Tribulacionismo, geralmente existe uma completa distinção entre a Igreja e Israel. Os pré-tribulacionistas dizem que, basicamente, Jesus veio para os judeus, porém os judeus O rejeitaram, e, então, ele suspendeu temporariamente seus planos para Israel, e é aí que aparece a Igreja, como uma espécie de “parêntese” na história.

Portanto, como existe um plano especial para Israel, a Igreja será tirada da terra antes da grande tribulação, que será um período onde a ira de Deus será derramada sobre os ímpios que ficaram na terra, e também um momento especifico no tratamento de Deus com Israel.

No Pré-Tribulacionismo, como existe essa distinção entre os dois povos, e a Igreja não tem nada a ver com o tratado de Deus a respeito de Israel, então ela não poderá estar na terra nesse momento. Esse período de grande tribulação durará sete anos, considerando uma abordagem das setenta semanas de Daniel (Dn 9) e um esquema de leitura do livro do Apocalipse (principalmente o capítulo 13), que no caso seria propriamente a septuagésima semana.

Os textos mais utilizados para defender o arrebatamento pré-tribulacionista são: Romanos 8:1, 1 Coríntios 15:51, 1 Tessalonicenses 1:10; 4:17;5:9 e Apocalipse 3:10. Outro argumento muito usado é que, após o capítulo 3, a palavra “Igreja” não é mais encontrada no livro de Apocalipse até aparecer novamente no final do livro. Dentro dessa linha de interpretação, durante o período de grande tribulação a Igreja estará no céu participando das Bodas do Cordeiro.

Meso-Tribulacionismo
O Meso-Tribulacionismo defende que a Igreja será arrebatada no meio da grande tribulação. Sendo a tribulação um período de sete anos, então haverá três anos e meio de paz e três anos e meio de muita dificuldade. Esse sistema tem muita similaridade com o Pré-Tribulacionismo, porém se difere na ideia de que o arrebatamento ocorrerá quando os três anos e meio de paz terminarem. Existem meso-tribulacionistas que defendem que a grande tribulação não terá necessariamente sete anos de duração.

A principal defesa do Meso-Tribulacionismo é uma cronologia dada em 2 Tessalonicenses 2:1-3, onde o Anticristo parece ser revelado antes do arrebatamento da Igreja, além de uma combinação entre a trombeta de 1 Coríntios 15:52 com a trombeta de Apocalipse 11:15.

Pós-Tribulacionismo
O Pós-Tribulacionismo defende que o arrebatamento e a segunda vinda de Cristo tratam-se de um único evento, e que ocorrerá após o período de grande tribulação. Nessa interpretação, a Igreja passará pela grande tribulação, que não precisa ser necessariamente um período de sete anos. Dentro do Pós-Tribulacionismo existem Amilenistas, Pós-Milenistas e Pré-Milenistas que defendem tal posição.

Os principais argumentos pós-tribulacionistas se baseiam em:

Jesus em Seu Sermão Escatológico nos Evangelhos de Mateus (24), Marcos (13) e Lucas (21), deixou claro que só voltaria após o período de grande tribulação.
Em 2 Tessalonicenses 2:3, o apóstolo Paulo afirma que antes de Cristo voltar o Anticristo se manifestará.
2 Pedro 3, o apóstolo Pedro também descreve a vinda de Cristo como um evento único.
No livro do Apocalipse em nenhum momento é mencionado duas fases da volta de Jesus, e quando a segunda vinda é descrita, ela ocorre após o período de tribulação.

NÃO PASSARÁ ESTA GERAÇÃO

NÃO PASSARÁ ESTA GERAÇÃO “Em verdade, eu vos digo, esta geração não passará até que todas estas coisas aconteçam“, Mat 24:34. “Esta geração”...